Você já passou ou conhece alguém que passou por isto? Taquicardia súbita, falta de ar severa, aperto no peito, formigamento nos braços e uma sensação aterrorizante de que a morte ou a perda de controle estavam prestes a acontecer.
A corrida desesperada para o pronto-socorro é inevitável. Mas, após o eletrocardiograma e a bateria de exames, o veredito do médico da emergência muitas vezes frustra e confunde o paciente: “O seu coração está ótimo. Isso é ‘só’ uma crise de ansiedade.”
No nosso consultório de psiquiatria, ouvimos essa mesma história quase todas as semanas. E a primeira coisa que você precisa ouvir e validar é: a sua dor física foi real. O seu medo foi real.
O Transtorno do Pânico e as crises agudas de ansiedade têm a capacidade de disparar um “alarme falso” no cérebro, inundando o corpo com adrenalina. O seu organismo reage física e violentamente, exatamente como se estivesse diante de um perigo letal.
O atendimento na emergência médica é essencial e correto para descartar problemas cardíacos reais e “apagar o incêndio” agudo com uma medicação de alívio rápido. No entanto, o pronto-socorro não constrói a casa. Receber alta sem um direcionamento claro para um tratamento psiquiátrico contínuo é voltar para casa a viver refém do medo constante de quando será a próxima crise.
O tratamento psiquiátrico de excelência procura exatamente reequilibrar essa neuroquímica, garantindo que este alarme pare de disparar em falso, devolvendo-lhe a paz e a segurança para sair de casa, trabalhar e viver normalmente.
Não viva com medo do seu próprio corpo. Existe tratamento médico seguro, técnico e altamente eficaz.
Volte a viver sem medo. Agende a sua avaliação clínica.
